Após passada toda a minha vida,
Contá-la-ei num livro de lembrança.
Dele farei magia proibida
E voltarei ao meu tempo de criança.
Traçarei novos ritmos a essa estrada,
Saberei outros sons às poesias
Que cantaram o rumo da jornada
E deram o fel e o mel aos meus dias.
Mas semearei no livro tais mistérios
Pra que o transformem em felicidades
E de sonhos construam grandes impérios.
O saber dos erros me faz sensível.
Que serve um livro todo de saudades
Se o fim está próximo e é irreversível?
Contá-la-ei num livro de lembrança.
Dele farei magia proibida
E voltarei ao meu tempo de criança.
Traçarei novos ritmos a essa estrada,
Saberei outros sons às poesias
Que cantaram o rumo da jornada
E deram o fel e o mel aos meus dias.
Mas semearei no livro tais mistérios
Pra que o transformem em felicidades
E de sonhos construam grandes impérios.
O saber dos erros me faz sensível.
Que serve um livro todo de saudades
Se o fim está próximo e é irreversível?
Após passar por toda a minha vida,
ResponderExcluirContá-la-ei num livro de lembrança:
Dele farei magia proibida
E voltarei ao tempo de criança.
Traçarei novos ritmos nessa estrada,
Saberei outros sons às poesias
Que cantaram o rumo da jornada
E deram o fel e o mel para os meus dias.
Vou semear nas páginas mistérios
Avessos ao passar dessas idades
E aos sonhos de erigir grandes impérios.
Será a síntese do Inacessível.
Que serve um livro todo de saudades
Se o fim está próximo e é irreversível?
Desculpe a intromissão, mas não resisti e fiz algumas mudanças, para não ofender o decassílabo e dar mais ritmo à matéria. Continue escrevendo, um sonetista de talento é algo raro em nossos dias.